A mãe e os avós maternos dos irmãos Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro foram feitos reféns durante um assalto na casa da família, em Resende (RJ). A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Nas redes sociais, o senador comentou o crime e afirmou que, apesar da violência, todos os familiares passam bem.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, neste domingo, que ladrões fizeram sua mãe e seus avós de reféns em uma residência em Resende (RJ). Segundo o parlamentar, não foi um “simples assalto”. Os criminosos teriam apontado uma arma de fogo para a cabeça das vítimas e coloca fitas adesivas nas bocas dos idosos. Além disso, os ladrões teriam dito à mãe de Flávio que sabiam quem ela era e que queriam saber onde estava o dinheiro que o ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador, enviava para as vítimas. “Os marginais chegaram abordando minha mãe, dizendo que sabiam quem ela era e querendo saber onde estava o “dinheiro que o Bolsonaro mandava para meus avós”. Reviraram a casa inteira. Como não havia dinheiro, levaram alguns anéis e fugiram roubando o carro do meu avô”, escreveu Flávio em uma publicação nas redes sociais.

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O crime aconteceu neste domingo (24), quando os assaltantes abordaram a mãe de Flávio — ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro e também mãe de Carlos e Eduardo Bolsonaro — na entrada da residência. A família foi mantida refém por cerca de uma hora e meia. Depois, os criminosos fugiram levando o carro da família.

A Polícia Militar informou que, horas mais tarde, após buscas na região, os agentes recuperaram o veículo na Estrada do Ipiranga, no trevo em direção ao município de Arapeí. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Segundo o delegado responsável, foi realizada perícia no local e os agentes buscam imagens de câmeras de segurança da região para tentar identificar os assaltantes.

Atualmente, Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo Rio de Janeiro, está com sua família nos Estados Unidos, onde tem articulado com o presidente americano Donald Trump para aplicar sanções e taxas ao Brasil visando conquistar uma anistia para Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar por desrespeitar medidas cautelares do processo em que ele é réu por tentativa de golpe de estado.

A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela 89ª Delegacia de Polícia (Resende). Peritos estiveram no local e agentes tentam identificar os suspeitos com apoio de câmeras de segurança da região.

Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro relatou que os familiares viveram “mais de uma hora de terror, com arma na cabeça e boca tampada com fita adesiva”, mas reforçou que todos passam bem.

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